Máquina de Guerra super8 Miguel Dinis de Oliveira

Performance

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A performance que apresentamos é tirada de um “plano sequência” do arquivo A Pintura Suicida, cuja premissa narrativa é : ‘No dia de 1969 em que o homem põe os pés na lua, o pintor D’Assumpção suicida-se e 9 meses depois dessa longa noite televisiva, nasci.’ A primeira apresentação deste “filme” foi no “2º Seminário Patafísico” (Teatro Rivoli, Porto, 2005). Assim, a performance consiste numa introdução pedagógica e depois o filme: 

Um projector de S8 “metralha” luz - e, de facto, ‘o mecanismo de captura e projeção de imagens em movimento é análogo ao do funcionamento de uma metralhadora’ - enquanto mostro e leio as dedicatórias no verso das fotografias que o meu pai enviou à minha mãe quando estava na Guiné (por volta de 1967/68). O som, ‘noise’, é de uma acção militar num registo amador. As dedicatórias são simples, escritas num canto do verso das fotografias: ‘Para o meu amor’; ‘Amo-te muito’; ‘Com todo o meu amor’, etc.

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